Câmara aprova lei que proíbe coleiras de choque em cães

A Câmara Municipal aprovou na última semana em 2ª discussão projeto de lei que proíbe na cidade o uso e a comercialização de coleiras de choque em cães. Autor da proposta, o vereador Hingo Hammes lembrou que o equipamento já é proibido em muitos países e frisou  a responsabilidade do Poder Público de impor regras para garantir o bem-estar dos animais.

“Cabe aos gestores públicos criar mecanismos capazes de garantir efetivamente a saúde e o bem-estar dos animais. As políticas públicas voltadas à proteção dos animais têm sido amplamente discutidas e não há dúvidas sobre a necessidade de impor regras que permitam a responsabilização daqueles que causam dor e sofrimento aos animais. O projeto é o primeiro passo para isso. A partir dele o Município poderá regulamentar a questão, prevendo punições”, frisou Hingo Hammes.

Andréa Santos, do grupo Proteção Cão Amor, lembra que o uso dessas coleiras pode causar traumas nos animais. ” Hoje  sabemos que coleiras de choque e spray de água, por exemplo, não resolvem e ainda podem causar um grande trauma no animalzinho. Infelizmente ainda existem algumas pessoas que pensam que educar é puxar a guia com força para que o animal pare de puxar no passeio, ou usar o spray de água quando estiver latindo muito. Não é assim. Os animais aprendem quando sentem amor e dedicação. É preciso apenas ter paciência e persistência”, diz.

A proibição da comercialização e do uso das coleiras de choque já vem sendo discutida na Câmara dos Deputados. “Petrópolis está saindo na frente, dando exemplo de ações efetivas em prol da causa animal”, disse, lembrando a recente criação, na cidade, do Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais (COMUPA).

Agora o Projeto de Lei segue para análise do prefeito Bernardo Rossi, que deve sancioná-lo num prazo de até 15 dias.

Mudança no Regimento Interno permite convocação do suplente

A mudança no Regimento Interno da Câmara, permitido que o suplente possa ser convocado,a após 30 dias de afastamento do vereador por decisão judicial, pode beneficiar o vereador Justino do Raio X e levar para Câmara o suplente do vereador Roni Medeiros, conhecido  como Marcelo Chitão.

A emenda ao regimento interno da Câmara foi aprovada neste mês de setembro pelos vereadores e publicada por volta do dia 14.

Com isso,a Câmara terá que aguardar até o dia 14 de outubro, quando se completa 30 dias, para convocar os dois suplentes.

Vereador Justino perde mandato por decisão judicial

A  Câmara Municipal de Petrópolis teve que cumprir decisão judicial que determinou a perda do mandato do vereador Justino do Raio X.

Está decisão foi devido a decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que anulou a sentença de primeira instância da quarta vara cível de Petrópolis que determinou a posse do vereador como suplente.

Decisão do PSL pode resolver problema político em Petrópolis

A saída do PSL do governo Wilson Witzel pode resolver um problema em Petrópolis entre o PSL e o PSC. Nos bastidores políticos não é novidade para ninguém que as lideranças locais das suas siglas estavam se estranhando e tomando rumos diferentes com relação as eleições municipais de 2020.

Se a decisão do PSL se manter firme, o certo é que PSL e PSC em Petrópolis poderão cada um ter seu candidato a prefeito. O que vai movimentar ainda mais a política, pois as duas siglas municipais vão contar com apoio de peso e que foram bem votados na cidade.

De um lado estará o governador Witzel apoiando o candidato do PSL e do outro os Bolsonaros apoiando o candidato do PSL.

Os dois grupos vão medir forças com outras lideranças políticas da cidade, inclusive com o prefeito Bernardo Rossi candidato a reeleição que pode ser pelo DEM com apoio do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia ou pelo MDB, seu partido, com antigos aliados, a família Picciani.