Eleitores faltosos em 2016 podem ajudar a renovar a política petropolitana

Estamos as vésperas das eleições municipais deste ano, que acontece no dia 15 de novembro, quando 240.152 eleitores petropolitanos vão as urnas para escolher um dos 13 candidatos a prefeito e 15 vereadores entre os 442 candidatos, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no 9 de novembro.

Alguns dados nesta eleição chamam atenção, como o número de candidatos a prefeito. Dois 13 nomes disputando a vaga de prefeito, seis nunca participaram de nenhuma campanha eleitoral como candidatos: Alexandre Gurgel (Cidadania); Coronel Vieira Neto (PRTB); Eduardo Silverio (PODE); Elias Montes (PFL); Professora Livia Miranra (PCdoB); Professor Zé Luiz (PSOL).

Os demais candidatos ou são políticos no exercício de mandato, neste caso o vereador Leandro Azevedo e o prefeito Bernardo Rossi. Ou já participaram e participam ativamente da política exercendo diversos cargos políticos: Rubens Bomtempo, Marcos Novaes, Ramon Mello, Mateus Quintal e Jamil Sabrá Neto.

Estes candidatos estão de olho no eleitorado petropolitano os indecisos e os 94.441 eleitores que deixaram de votar na eleição de 2016, sendo que destes, 58.073 não compareceram as urnas. Por causa da pandemia, apesar de todas as medidas adotadas pela Justiça Eleitoral, pode aumentar ou serem eles o determinante para uma mudança nos rumos do comando da Prefeitura Municipal de Petrópolis.

O mesmo desafio é enfrentado pelos candidatos a vereador. Em 2016, 84.675 eleitores deixaram de votar para Câmara Municipal. Considerando que a votação mais alta foi da vereadora Gilda Beatriz (5.613). Os eleitores que deixaram de votar no último pleito também podem influenciar a eleição e até contribuírem para uma renovação completa na Câmara.

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