Diretório do PSL em Petrópolis foi dissolvido

Na manhã de hoje, recebi mensagem do deputado federal do PSL, Daniel Silveira, informou que o diretório municipal do partido na cidade foi dissolvido e que ele passou a ter plenos poderes na executiva municipal.

O deputado me informou que a decisão foi tomada durante uma conversa com o senador Flávio Bolsonaro que orientou a tomar esta decisão, dando-lhe plenos poderes para organizar o partido na cidade.

Do diretório anterior, apenas Octávio Sampaio, que era o presidente foi mantido e vai ajudar o deputado a reconstruir a direção municipal do PSL.

Publicado em Notas Políticas | Deixe o seu comentário

Vice-presidente do PSL faz críticas ao presidente do PSC

Tudo indica que a relação entre o presidente do PSC Petrópolis com integrantes do PSL não é das melhores. Ontem, circulou nas redes sociais uma manifestação que mostrou como está a relação. Veja o texto na íntegra :

PSL PETRÓPOLIS
NOTA DE ESCLARECIMENTO

Tendo em vista fatos recentes noticiados pela imprensa petropolitana, o PSL PETRÓPOLIS vem a público esclarecer os seguintes fatos:

1- Não é verdade que o senhor Bernardo Santoro conte com a “simpatia” do PSL PETRÓPOLIS. Pelo contrário, por sua conduta politiqueira que somente visa objetivos pessoais, é considerado PERSONA NON GRATA ENTRE TODOS OS NOSSOS INTEGRANTES;

2- Não existe grupo ESPECÍFICO do deputado federal Daniel Silveira no PSL PETRÓPOLIS. Pelo contrário, todos integrantes e simpatizantes do PSL PETRÓPOLIS formam um grupo de pessoas ÚNICO E COESO, voltado para um objetivo comum, que é continuar a propagar os ideais de moralização capitaneados pelo nosso presidente Jair Bolsonaro, o qual o nosso deputado é MEMBRO ATUANTE E IMPRESCINDÍVEL;

3- NÃO É TAMBÉM VERDADE, BEM COMO, NÃO EXISTE A MENOR POSSIBILIDADE,  DE QUE O PSL PETRÓPOLIS VÁ INDICAR UM CANDIDATO A VICE-PREFEITO DOS SEUS QUADROS PARA COMPOR UMA COLIGAÇÃO COM O PSC do senhor Bernardo Santoro, que se encontra em franca campanha eleitoral antecipada. O PSL PETRÓPOLIS VAI TER CANDIDATO PRÓPRIO PARA AS ELEIÇÕES DE 2020, ESCOLHIDO PELO DIRETÓRIO MUNICIPAL E COM DIVULGAÇÃO NO TEMPO DEVIDO. Este boato vem sendo disseminado de forma cretina por alguns aspirantes a cargos públicos simpatizantes à candidatura antecipada, com o claro intuito de confundir o eleitorado petropolitano e tumultuar o ambiente político já conturbado de nossa cidade;

4- O comportamento predatório e irresponsável do senhor Bernardo Santoro visa única e exclusivamente o atingimento de seus anseios políticos pessoais, manipulando claramente fatos para que possam se amoldar aos seus interesses, destoando totalmente no que o PSL PETRÓPOLIS PREGA E ATUA. NÓS DO PSL PETRÓPOLIS NÃO TEMOS UM PROJETO DE PODER POLÍTICO-PARTIDÁRIO. TEMOS UM IDEAL DE RESGATE MORAL, SOCIAL E POLÍTICO PARA A NOSSA CIDADE;

5- Para evitar ilações politiqueiras e maldosas por parte do senhor Bernardo Santoro, afirmo que nunca me coloquei candidato a nada, bem como NUNCA pleiteei cargo algum, pelo contrário. O senhor Bernardo Santoro tentou de forma mesquinha manipular o processo de construção de uma coligação PSL/PSC, indicando meu nome como CANDIDATO PERFEITO para a chapa majoritária para 2020, colocando seu nome para vice-prefeito. Essa manobra visava a desestimular o pensamento de 2 integrantes do PSL PETRÓPOLIS que tinham a intenção de disputar as próximas eleições. Obtendo êxito em ambos os casos, inclusive conquistando o apoio de ambos para a suposta coligação, o senhor Bernardo Santoro muda o cenário, alegando que o governador Witzel queria que o mesmo disputasse a vereança na cidade do Rio de Janeiro. E para surpresa de todos os envolvidos, na semana seguinte apareceu com nova versão, alegando agora que o governador Witzel queria que o mesmo disputasse a prefeitura de Petrópolis, ficando finalmente claro a intentona de manipular pessoas e situações em proveito próprio. E o pior, recebi ameaças nem tão veladas de que o referido articulador trabalharia na minha EXPULSÃO BRANCA DO PSL!!!;

6- A exemplo de 2016, quando o PSC APOIOU O ATUAL PREFEITO BERNARDO ROSSI, as articulações políticas do senhor Bernardo Santoro foram desastrosas e levaram ao poder políticos da pior estirpe, inclusive afastados dos respectivos mandatos por decisão judicial. NÓS DO PSL PETRÓPOLIS VAMOS IMPEDIR QUE TAIS ARTICULAÇÕES VOLTEM A SE REPETIR, NO QUE DIZ RESPEITO À NOSSA PARTICIPAÇÃO;

7- Finalmente, como forma de demonstração de isenção e independência de objetivos, coloquei meu cargo de vice-presidente do PSL PETRÓPOLIS à disposição do senhor Octavio Sampaio, para que não reste dúvidas quanto a possíveis pleitos a futuros cargos e/ou funções. E assim, fico ansiosamente no aguardo do DESMENTIDO PÚBLICO DE TUDO O QUE CONSTA NESTE COMUNICADO por parte do senhor Bernardo Santoro.

Atenciosamente,
Arnaldo VIEIRA NETO
VICE-PRESIDENTE PSL PETRÓPOLIS

Publicado em Notas Políticas | Deixe o seu comentário

Partido Novo enfrenta problemas pós eleição

De acordo com uma fonte, o partido Novo no Estado do Rio está rachado e o motivo seria a entrada de militantes da esquerda que agora se dizem da direita.

O partido Novo está sofrendo um problema que outras siglas já passaram e estão passando, com militantes políticos, sem nenhuma afinidade partidária, afinidade apenas com o poder (governo) buscam espaço político de olho num futuro próximo ou distante.

Este racha e a entrada de militantes da esquerda trouxe a tona outra questão: o partido surgiu para apresentar algo de fato novo em busca de mudança política, ou para atender o ego político de João Amoêdo, financiador e idealizador do partido Novo.

Na eleição para presidente, Amoêdo ficou em quinto lugar com 2.679.745 votos e no Estado do Rio em sexto com 139.208 mil votos.

Agora é esperar para ver se os deputados e o governador de Minas Gerais eleitos vão de fato apresentar o novo ou será um novo/velho.

Publicado em Notas Políticas | Deixe o seu comentário

Câmara dividida pode prejudicar aprovação de projetos

Nos últimos dias tem ficado evidente que o presidente da Câmara, vereador Roni Medeiros (PTB), mesmo com todo seu esforço, não consegue unir os vereadores e nem ser uma voz de consenso entre seus pares.

Os motivos são muitos e não falta reclamação de assessores e vereadores. A última foi uma decisão tomada em nome da Mesa Diretora e depois retirada, ordenando o Departamento Jurídico da Câmara para entrar com um agravo de instrumento, que segundo informações iria contra a decisão que determinou a posse dos suplentes.

Esta decisão acirrou os ânimos entre os vereadores e na semana passada, o vereador Jamil Sabrá (PDT) usou a tribuna para cobrar uma explicação, pois segundo ele, vários membros da Mesa Diretora não tinham conhecimento da decisão. Os suplentes que assumiram o cargo de vereador também se manifestaram e cobram uma explicação do presidente.

Este fato mostrou que há uma divisão na Câmara, o que pode inclusive prejudicar a aprovação de projetos importantes para o Governo Bernardo Rossi.

Segundo informações, os vereadores que assumiram o cargo no lugar dos vereadores afastados por decisão judicial querem mais espaço na Câmara.

Esta novela ainda terá muitos capítulos interessantes é só ficar de olho.

Publicado em Notas Políticas | Deixe o seu comentário

O juiz, a caneta e o governo

Recentemente nas redes sociais li críticas ao ministro da Justiça, o ex-juiz Sergio Moro, ao governador do Rio de Janeiro, o ex-juiz Wilson Witzel e ao governo do presidente da República Federativa do Brasil, o capitão e ex-deputado federal Jair Bolsonaro.

As criticas que li partiam de aliados e simpatizantes deles que se mostravam decepcionados com suas atitudes nestes apenas dois meses de governo. A principal crítica é a falta de atitude e empenho para dar solução a questões que, segundo estas pessoas, bastaria uma canetada dos três sem conversa com políticos.

Ao ministro Sérgio Moro foram criticas por ter separado do pacote anticrime a questão do caixa dois. Tema que envolve muitos políticos. Ao governador por suas declarações, como se fosse ele o salvador de todos os problemas do Estado do Rio e ao presidente, ao modo como utiliza as redes sociais e a interferência de seus filhos no processo político.

A verdade é que, nas conversas que tive com muitos amigos ao longo da campanha eleitoral de 2018, sempre afirmei e muitos podem comprovar (se assim quiserem) que uma coisa é o deputado Jair Bolsonaro e outra seria o presidente Jair Bolsonaro.

Sempre afirmei que ele tinha o direito, como deputado de falar o que queria e se posicionar da maneira como achasse melhor. Porém, quando chegasse ao cargo de presidente teria as imposições do cargo, as regras estabelecidas e a Constituição. Além de garantir a governabilidade e para isto precisa dialogar com os políticos. Principalmente com aqueles que é possível manter um diálogo.

Além disto, tem um trabalho árduo pela frente em separar a relação política de seus filhos com as ações políticas e determinantes de seu governo. O que, na prática, não é muito fácil e não será para ele e nem para qualquer um que esteja nesta posição. Mas, em um determinado momento terá que fazer para evitar o que ocorreu no caso do ex-ministro Gustavo Bebiano.

Já com relação aos dois juízes em cargos diferentes, “a regra é clara” (como diria o juiz e comentarista de futebol, Arnaldo Cezar Coelho), quando juiz a última palavra, ou melhor, a última canetada era deles e quem não concordasse entrava com agravos de instrumento nas instâncias superiores. Mas, como ministro e como governador, apesar terem o poder de determinar, não são a última canetada.

Muito pelo contrário. O juiz agora ministro deve ouvir e consultar o presidente, principalmente quando suas determinações podem ou vão interferir no campo político e até social. Caso contrário pode contrariar a vontade política do presidente e de seu governo e com isso inviabilizar a governabilidade. Neste campo é preciso mais do que ter uma boa caneta é preciso saber dialogar, entretanto, sem perder seus princípios e metas a serem alcançadas. Porém, é importante lembrar que os meios não justificam o fim. E neste campo é que entra manter-se firme aos princípios e a legalidade.

O mesmo ocorre com o juiz, agora governador. Apesar da sua boa vontade e determinação, ele depende de seus secretários, que na verdade são os executores de sua política de governo. Ele também, assim como Bolsonaro e Moro terá que ter habilidade para garantir a governabilidade e para isto deverá dialogar com todas as forças políticas da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), até porque não tem a maioria e nem elegeu o presidente da Assembleia.

Os três e muito mais o ministro e o governo estão sendo observados e acompanhados por muitos órgãos e entidades, além de políticos e a sociedade civil organizada e também por todos aqueles que confiaram neles. Por isso, assim como eles, é importante que o povo, aqueles que votaram e são simpáticos, devem ter a compreensão que, ao longo desta caminhada, haverá, mesmo que seja aparentemente, muita contradição entre aquilo que pregavam e aquilo que de fato e de direito podem realizar.

O importante neste processo, aqueles que os apoiam acreditar, confiar e fiscalizar. Aqueles foram e são oposição manterem-se vigilantes e fiscalizando, porém com bom senso, dentro da legalidade e respeito democrático.

Publicado em Artigos | Deixe o seu comentário