Yuri Moura quer participar da Mesa Diretora para combater corrupção

Recentemente conversei com o vereador eleito e mais votado da cidade, Yuri Moura. Ele não confirmou que lançaria seu nome para presidente da Câmara, deixando claro apenas que quer fazer parte da Mesa e que ela seja representativa e atenda os anseios da população que votou por mudanças na Câmara.

“A Câmara Municipal tem a oportunidade de cumprir o pedido que veio das urnas: renovação de práticas e responsabilidade com a coisa pública. Precisamos compor uma mesa diretora representativa, preparada e próxima do povo. Independente das decisões judiciais sobre as eleições, temos muitos desafios para Petrópolis, como a pandemia e o desemprego. Na condição de mais votado nas últimas eleições quero estar na próxima mesa diretora, estou conversando com outros vereadores que também querem fazer do nosso legislativo um lugar mais sério, propositivo e presente” afirmou Yuri.

Ele tem claro o que é necessário, acreditando que os problemas enfrentados nos últimos anos pelo Legislativo precisam ser encarados e corrigidos, pois é para isto que a população, segundo ele, elegeu novos vereadores.

“Estou trabalhando por uma mesa diretora séria e diferente do que a Câmara sofreu recentemente com dois ex-presidentes afastados. Quero ser membro da mesa para ajudar na transparência, na luta contra a corrupção e para que nossos projetos ganhem força. Tenho conversado com os vereadores que também possuem essa visão, estou à disposição de qualquer tarefa ou posição que abra a porta do Legislativo para o povo”, frisou.

Yuri Moura falou também sobre os comentários de que ele seria o presidente por ter sido o mais votado. Esclarece que não é assim e que tudo depende de eleição interna.

“Nas ruas e nas redes muitas pessoas acreditam que, por ter sido o mais votado, eu seria automaticamente o presidente da Câmara. Não é verdade, dependo dos outros vereadores e vereadora internamente, é uma outra eleição. Sendo assim, estou me dedicando a compor um bloco, do campo democrático. Montar uma maioria contra a corrupção e pela cidade. Só serei candidato à presidência caso essa maioria não seja formada no diálogo” afirmou.

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